• Uma versão mensal  leva estrogênio  e progestagênio. Já a trimestral só tem progesterona sintética. Essa última  pode causar irregularidade do ciclo e inchaço. Ambas são injeções intramusculares que podem ser aplicados no braço ou nas nádegas.

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  • Pilula:

    Combinada ou omente de progestagenio, e a unica a passar pelo estomago e pelo figado antes de cair na corrente sanguinea. Essas escalas pelo aparelho digestivo devem ser levadas em conta por quem sofre com problemas gastrointestinais ou hepaticos. E a tatica antigravidez mais utilizada em todo o mundo.

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  • Resolvi postar esse vídeo pois explica bem tudo sobre o uso da camisinha, que é um dos métodos que previne a gravidez e é o único que protege de DST (doença sexualmente transmissível). No final fala a respeito do anticoncepcional. Assista agora e espero que acrescente mais conhecimentos:

    Fonte: youtube

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  • O que sucede nos 7 dias de pausa / intervalo na toma da pílula, é uma hemorragia de privação, não é uma menstruação real.

    A hemorragia que nos refere denomina-se hemorragia de privação, a qual não é uma menstruação verdadeira. mas sim uma menstruação fictícia devido ao uso da contracepção hormonal oral, que surge assim que entra em período de pausa da toma da pílula.

    As hormonas que fazem parte da composição da pílula têm como papel fundamental a suspensão da produção hormonal que o organismo está habituado a ter, ou seja a libertação mensal do óvulo. Por isso como não existe esta libertação do óvulo nas usuárias da pílulas, logo não é possível engravidar em nenhuma altura do mês, nem no período de pausa.

    Fonte:http://sexologia.clix.pt/?cat=20

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  • A pílula é composta por hormônios similares aos que a mulher produz normalmente, a progesterona e o estrógeno. Com a ingestão diária de uma pequena quantidade dos hormônios, ela inibe a sua ovulação, o óvulo não é fertilizado pelo espermatozóide e a gravidez não ocorre. Quando acaba uma cartela e a mulher para de ingerir os hormônios, ocorre a menstruação.

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  • Nunca traí minha namorada e sempre tivemos relações sexuais com a maior proteção. Mas tenho a curiosidade de saber como é transar sem camisinha. A gente não tem nenhuma DST, pois perdemos a virgindade juntos e já fizemos exames. Meu medo é que ela engravide.

    Se a sua namorada estiver tomando a pílula corretamente, da forma como o médico que a acompanha prescreveu, a chance de uma gravidez indesejada depois de uma relação sem camisinha é praticamente nula. A questão é que, apesar de não ter que se preocupar com uma gestação, no sexo sem camisinha não há proteção nenhuma contra a transmissão de uma doença sexualmente transmissível (DST). Dá para ter certeza que nenhum dos dois se expôs a nenhuma situação de risco para DSTs antes ou até mesmo durante o namoro? Vocês devem avaliar o risco e decidir se vale a pena.

    Dúvida de um internauta

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  • 1 – Sobre o uso da Pílula

    É um dos métodos anticoncepcionais mais utilizados do mundo.
    É muito eficaz para evitar gravidez indesejada (até 99,9%)
    Contém uma combinação de dois hormônios: estrógeno e progestogênio.
    Efeitos Colaterais mais comuns nos primeiros meses: cefaléia, náuseas, sangramentos vaginais irregulares, dor nas mamas, depressão (Frequentemente cessam após alguns meses).
    Há formulações recentes – chamada de pílula de microdose – com baixa concentração dos hormônios em sua formulação e que contém doses de estradiol. Os efeitos colaterias aparecem de forma reduzida nesse tipo de pílula, em relação às de dosagem maior.
    Traz efeitos benéficos à saúde como: regularização dos ciclos menstruais, redução das dores e cólicas menstruais, redução dos riscos de cistos e nódulos mamários, melhora no tratamento de acmes(espinhas) e do hirsutismo (pêlos em exagero na face, tórax e abdome).
    Se utilizada por períodos longos (ao menos durante 2 a 4 anos) reduz o risco de câncer de ovário e de endométrio (camada interna que reveste o útero).

    2 – Mitos e Verdades

    A pílula não faz mal à saúde.
    A maioria das mulheres (72%) não apresenta alteração de peso com a pílula (Queixar de ganho de peso não é mais desculpa para não usar hehe).
    O fumo aumenta os riscos de efeitos colaterais cardiovasculares – então tentem não fumar.
    A pílula NÃO dificulta a gravidez após a interrupção do uso. Apesar do retorno à fertilidade demorar mais tempo quando comparado às mulheres que interromperam outros métodos contraceptivos, é um método 100% reversível (a função ovariana é restabelecida).
    Parar de tomar a pílula pode causar acne.
    Alguns remédios como a ampicilina e anti-convulsionantes podem reduzir a eficácia dos anticoncepcionais.
    Não existem evidências que a pílula faça mal ao cabelo.
    O risco de câncer é praticamente o mesmo entre aquelas que usam ACOs e as que não usam. Nos tumores malignos do útero e ovário, a pílula exerce um efeito protetor, proporcionando metade dos riscos das não-usuárias. Quanto à relação entre câncer de cérvice uterina e uso de ACOs, não existe ainda um consenso (alguns estudos indicam um aumento na incidência, mas nada definitivamente comprovado).
    As pílulas possuem efeito sobre o sistema cardiovascular e é possível que estejam envolvidos de alguma forma no desenvolvimento de varizes, mas as pesquisas produziram resultados controversos até o momento.
    A dismenorréia (menstruação dolorosa) é menos freqüente nas mulheres que não ovulam. Por isso, os ACOs podem ser úteis em 70-80% dos casosde dismenorréia.
    Pesquisas têm mostrado que altas doses de ACOs em mulheres após a menopausa diminui o risco de fraturas e suspeita-se que possa melhorar a densidade óssea nas mulheres jovens (Faltam maiores comprovações científicas).
    Após os 40 anos e que acabaram de ter a última menstruação pode sim ocorrer uma gravidez indesejada. Nas mulheres que estão entrando na menopausa, recomenda-se o uso de ACOs por 12 meses após a última menstruação.
    3 – Escolha do Método Anticoncepcional

    Deve-se levar em conta:

    Reversibilidade do método
    Adequação ao organismo da usuária
    Disponibilidade
    Acompanhamento médico
    Custo
    Proteção contra doenças sexualmente transmissíveis

    IMPORTANTE

    Não existe método anticoncepcional infalível
    A pílula não fornece proteção contra doenças sexualmente transmissíveis
    A mulher se conhecer, saber quando estar de TPM e tal, pode ser muito importante para melhorar a qualidade de vida, evitar brigas com quem se ama, etc.
    4 – Eficácia dos métodos

    Métodos Definitivos (100%) – Laqueadura tubária e vasectomia

    Métodos Reversíveis – pílula combinada (até 99,9%), minipílula (até 97%), DIU medicado com cobre (até 99,58%), DIU medicado com levonorgestrel (até 99,80%), injeção mensal (até 99,70%), injeção trimestral (até 99,70%), implante subcutâneo (até 99,72%).

    Métodos de Barreira – preservativo masculino/camisinha (88%) , preservativo feminino (79%) , diafragma (82%) , creme espermicida

    Fonte:http://eternaaprendiz.wordpress.com(79%).

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  • Antes, isso até podia ser verdadeiro. Agora,não mais. As primeiras versões do medicamento tinham altas taxas de hormônio,cerca de dez vezes mais elevadas do que as das cartelas atuais. Embora evitassem a gravidez, elas favoreciam os quilos extras. É que níveis de estrogênio nas alturas aumentam o apetite enquanto a progesterona induz a inchaços. Mas as dosagens hormonais nas opções disponíveis hoje em dia são menores- daí que o contraceptivo oral não pode ser culpado por pneuzinhos e afins. A retenção de líquidos ainda pode ocorrer,mas de maneira bem mais leve. Tudo depende da formulação. Além disso, é um sinal adverso, que costuma desaparecer depois dos primeiros três meses de uso.

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  • A pílula anticoncepcional, vem sendo associada a independência da mulher há tempos, e não é pra menos, além de prática a dita cuja permitiu que a mulher adquirisse maior liberdade durante todos esses anos.

    Mais de 100 milhões de mulheres no mundo inteiro, e cerca de 15% das brasileiras em idade fértil, administram a pílula diariamente.

    Mas ainda existem muitas dúvidas sobre o método, que pretendo esclarecer de maneira bem fácil, recorrendo a explicação de alguns especialistas, a começar pelos riscos de gravidez que existem durante esse processo.

    É possível engravidar usando a pílula.

    Para que o risco de uma gravidez durante a aplicação do método, seja 100% nula, é necessário uma disciplina militar.

    Hoje em dia, devido a menor quantidade de hormônios concentrados no medicamento, a eficácia da pílula pode ser diminuída se ingerida em horários irregulares.

    O ginecologista Marco Antônio Lenci, do hospital Albert Einstein, dá dicas de como incorpora – la a rotina:

    - Administre a pílula como se toma o café da manhã todos os dias, ou se escova os dentes,
    - Coloque o celular pra tocar em certo horário, e
    - Deixe a cartela em local visível.

    O que fazer se esquecer de tomar a pílula um dia ?

    Certas cartelas funcionam com uma semana de intervalo a cada mês.

    Esquecer o tempo certo para retornar a tomar a pílula, mesmo que seja um dia, aumenta mais a possibilidade de você ovular, do que se tivesse esquecido no meio do método.

    A americana Suzanne Merril – Nach explica que, se deixar passar o horário, é bom procurar tomar a pílula nas doze horas seguintes, mas caso tenha se esquecido de tomar duas pílulas, o ideal é que tome duas delas por dois dias seguidos, além de se prevenir usando a camisinha até o fim do ciclo.

    Quem usa pílula não precisa menstruar.

    Acontece que os médicos que inventaram a pílula na década de 50, acharam que o método seria de maior aceitação se as mulheres não deixassem de menstruar.

    Por esse motivo adequaram ao método o tempo de uma semana para que ocorresse o sangramento.

    Mas nos tempos de hoje, já são muitas as mulheres que optam por não sangrar, e administram a pílula sem interrupção, são as pílulas a base de progesterona.

    É bom saber que, nem sempre é possível bloquear por completo o fluxo de sangue mensal, algumas mulheres, cerca de 15% a 20% delas, continuam a sofrer pequenos sangramentos.

    A pílula pode engordar.

    Aquela leve impressão no aumento da massa corporal, após a administração do método da pílula anti concepcional, é fato.

    Algumas mulheres chegam a reter de 1 a 2 litros de líquido por conta da pílula, o que basta para que algumas roupas fiquem mais justas, e aquela barriguinha saliente apareça.

    Procure identificar se a pílula é mesmo a culpada, fale com a sua ginecologista e verifique a tireóide, no mais escolha uma dieta saudável e balanceada, com pouco sal e gordura.

    Depois de quanto tempo se está protegida com o uso da pílula?

    Houve um tempo em que os médicos acreditavam que, somente após um mês da aplicação do método a mulher não correria o risco da gravidez, mas hoje se sabe que a mulher está protegida a partir do primeiro dia do ciclo, que é quando se inicia a administração da pílula.

    Quanto maior o seu peso, menor é o efeito da pílula.

    De acordo com um estudo publicado no periódico Obstetrics and Gynecology, nos Estados Unidos, o risco de uma mulher engravidar é de 60%, caso o seu IMC seja superior a 27,3, sendo que o risco aumenta para 70% se o IMC for de 32,2.

    Esse risco existe porque os hormônios precisam circular na corrente sangüínea para fazer efeito, enquanto na mulher obesa essa circulação pode ficar comprometida.

    Mas o dr. Marco Antônio Lenci rebate este estudo, afirmando que em toda a sua vida profissional, nunca identificou a ligação entre eficácia, pílula e peso.

    Quais as vantagens da pílula além de bloquear a gravidez?

    Segundo a Sociedade Americana de Câncer, o anti concepcional oral, diminui o risco de câncer de ovário em 50%, bem como reduz pela metade o risco de câncer no endométrio.

    Alivia a TPM e bloqueia a produção de hormônios masculinos pelo ovário, função que acaba favorecendo para a menor produção de pêlos, e menos acne.

    Nem todas as mulheres podem usar a pílula.

    Embora prática e comum , existem mulheres que não podem usufruir deste método.

    O estrogênio é um hormônio que aumenta a probabilidade da formação de coágulos sangüíneos, que podem circular até o pulmão e ser fatal.

    O risco aumenta em casos de mulheres fumantes, sabe –se que o fumo está associado a formação de coágulos, que podem levar a situações como embolia pulmonar, infarto do miocárdio e derrame.Somente o médico pode receitar o medicamento ideal para cada caso.

    Portanto saiba que, pegar uma pílula emprestada da amiga é arriscado.

    Outro problema reclamado pelas mulheres, é a enxaqueca, acredita –se que, este mal possa estar relacionado ao estrogênio, mas os cientistas não chegaram a laudos conclusivos.

    Em algumas mulheres ela pode alterar a libido, causar acnes e mal estar.

    Enquanto há casos de mulheres que se tornam verdadeiros furacões na cama, outras dizem que se sentem como lavadas por um balde de água fria.

    Isso ocorre porque a pílula impede o pico de testosterona na época da ovulação, reduz a quantidade de estrogênio e ainda diminui a lubrificação vaginal.

    É aconselhável que experimente o método por três meses, algumas vezes o corpo se adapta, mas se isso não acontecer, recorra ao médico para que avaliem o caso de trocar a pílula.

    A pílula não é o único método contraceptivo, existem outros que poderão beneficia – la, protege –la e ainda fazer com que se sinta bem.

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  • A Pílula é o método de contracepção mais comum no mundo, sendo utilizada atualmente por mais de 90 milhões de mulheres. Ela atua evitando a liberação do óvulo pelos ovários, um evento que normalmente ocorre por volta do 14º dia do ciclo menstrual e que pode resultar em graves crises de ansiedade em namorados adolescentes. Com a pílula não ocorre ovulação. E sem ovulação, nada de gravidez.
    Apesar das extensas pesquisas realizadas desde a década de 1960, alguns mitos sobre a popular Pílula ainda persistem. Para facilitar, selecionei os mais comuns. Quantos você é capaz de responder corretamente?
    PÍLULA ENGORDA?
    Não engorda. Ainda que o ganho de peso esteja entre as queixas mais comuns das mulheres que tomam a pílula, mais de 70% das usuárias não sofrem qualquer alteração neste sentido durante todo o tempo de uso do anticoncepcional.
    PÍLULA CAUSA ESPINHAS?
    Não necessariamente. Os androgênios têm sido implicados na etiologia da acne vulgar, possivelmente por intensificar a hiperceratose folicular1. A pílula reduz os níveis sangüíneos de androgênios, diminuindo a gravidade da acne. Contudo, provando mais uma vez que não existem verdades absolutas na medicina, existem alguns relatos de mulheres onde a acne ocorreu como um efeito colateral da pílula.
    MULHERES QUE TOMAM PÍLULA DEMORAM MAIS PARA ENGRAVIDAR QUANDO PARAM?
    Verdade. O retorno à fertilidade em mulheres que interromperam recentemente o uso da pílula leva mais tempo quando comparado às mulheres que interromperam outros métodos contraceptivos. Felizmente, não parece haver prejuízo da fertilidade como um todo.
    ANTIBIÓTICOS PODEM CORTAR O EFEITO DO ANTICONCEPCIONAL?
    Algumas vezes sim. Sabe-se que a ampicilina, um antibiótico bastante utilizado no tratamento de infecções urinárias, faringites, amigdalites e pneumonias, pode reduzir a eficácia da pílula. Outros remédios, como os anticonvulsivantes, por exemplo, também podem interferir com a ação da pílula. Nesses casos, as mulheres devem se certificar de que o contraceptivo oral escolhido contenha pelo menos 50 microgramas de etinil-estradiol ou mestranol.
    A PÍLULA CAUSA VARIZES?
    Parece que sim, mas as pesquisas ainda não produziram conclusivos até o momento.
    A PÍLULA PODE ALTERAR O HUMOR?
    Sim, pode, inclusive com náuseas, dor de cabeça, dor nos seios e depressão. Estes sintomas, mais comuns nos primeiros meses de uso da Pílula, freqüentemente desaparecem após alguns ciclos.
    A PÍLULA ALIVIA AS CÓLICAS MENSTRUAIS?
    Nem sempre. A menstruação dolorosa (chamada de dismenorréia pelos médicos) é menos freqüente nas mulheres que não ovulam, tornando a pílula um recurso útil em 70-80% dos casos de dismenorréia. Quando a pílula é suspensa, as mulheres podem voltar a sentir as mesmas cólicas de antes.
    Todavia, algumas formulações da pílula podem resultar em menstruações muito volumosas e intensas. Além disso, sangramentos irregulares e menstruações dolorosas podem ocorrer em até 1/3 das mulheres após o início do uso da pílula.
    A PÍLULA AUMENTA O RISCO DE CÂNCER?
    Mulheres jovens que tomam pílula possuem um risco maior para tumores benignos do útero (chamados Miomas) durante a pré-menopausa, mas a pílula não parece influenciar o risco de tumores malignos no útero ou na mama.

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