• É uma injeção intramuscular de hormônios semelhantes aos produzidos pelo ovário feminino, aplicada a cada 30 dias. Evita a gravidez, impedindo a ovulação. A primeira aplicação deverá ocorrer entre o 1º e o 5º dia do ciclo menstrual e as demais em 30 dias após a 1ª aplicação, independente da menstruação, com uma margem de segurança de 3 dias antes ou depois.

    Vantagens: É um método hormonal seguro, pois o risco de esquecimento é menor. Protege a mulher de uma gravidez não desejada logo após a primeira aplicação e permite engravidar após alguns meses de interrupção do método. Os hormônios injetáveis possuem baixa incidência de efeitos colaterais, como aumento de peso, náuseas ou vômitos. Previnem o câncer do endométrio e dos ovários e reduzem os riscos de miomas.
    Desvantagens: Podem alterar o ciclo menstrual.

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  • 1 – Sobre o uso da Pílula

    É um dos métodos anticoncepcionais mais utilizados do mundo.
    É muito eficaz para evitar gravidez indesejada (até 99,9%)
    Contém uma combinação de dois hormônios: estrógeno e progestogênio.
    Efeitos Colaterais mais comuns nos primeiros meses: cefaléia, náuseas, sangramentos vaginais irregulares, dor nas mamas, depressão (Frequentemente cessam após alguns meses).
    Há formulações recentes – chamada de pílula de microdose – com baixa concentração dos hormônios em sua formulação e que contém doses de estradiol. Os efeitos colaterias aparecem de forma reduzida nesse tipo de pílula, em relação às de dosagem maior.
    Traz efeitos benéficos à saúde como: regularização dos ciclos menstruais, redução das dores e cólicas menstruais, redução dos riscos de cistos e nódulos mamários, melhora no tratamento de acmes(espinhas) e do hirsutismo (pêlos em exagero na face, tórax e abdome).
    Se utilizada por períodos longos (ao menos durante 2 a 4 anos) reduz o risco de câncer de ovário e de endométrio (camada interna que reveste o útero).

    2 – Mitos e Verdades

    A pílula não faz mal à saúde.
    A maioria das mulheres (72%) não apresenta alteração de peso com a pílula (Queixar de ganho de peso não é mais desculpa para não usar hehe).
    O fumo aumenta os riscos de efeitos colaterais cardiovasculares – então tentem não fumar.
    A pílula NÃO dificulta a gravidez após a interrupção do uso. Apesar do retorno à fertilidade demorar mais tempo quando comparado às mulheres que interromperam outros métodos contraceptivos, é um método 100% reversível (a função ovariana é restabelecida).
    Parar de tomar a pílula pode causar acne.
    Alguns remédios como a ampicilina e anti-convulsionantes podem reduzir a eficácia dos anticoncepcionais.
    Não existem evidências que a pílula faça mal ao cabelo.
    O risco de câncer é praticamente o mesmo entre aquelas que usam ACOs e as que não usam. Nos tumores malignos do útero e ovário, a pílula exerce um efeito protetor, proporcionando metade dos riscos das não-usuárias. Quanto à relação entre câncer de cérvice uterina e uso de ACOs, não existe ainda um consenso (alguns estudos indicam um aumento na incidência, mas nada definitivamente comprovado).
    As pílulas possuem efeito sobre o sistema cardiovascular e é possível que estejam envolvidos de alguma forma no desenvolvimento de varizes, mas as pesquisas produziram resultados controversos até o momento.
    A dismenorréia (menstruação dolorosa) é menos freqüente nas mulheres que não ovulam. Por isso, os ACOs podem ser úteis em 70-80% dos casosde dismenorréia.
    Pesquisas têm mostrado que altas doses de ACOs em mulheres após a menopausa diminui o risco de fraturas e suspeita-se que possa melhorar a densidade óssea nas mulheres jovens (Faltam maiores comprovações científicas).
    Após os 40 anos e que acabaram de ter a última menstruação pode sim ocorrer uma gravidez indesejada. Nas mulheres que estão entrando na menopausa, recomenda-se o uso de ACOs por 12 meses após a última menstruação.
    3 – Escolha do Método Anticoncepcional

    Deve-se levar em conta:

    Reversibilidade do método
    Adequação ao organismo da usuária
    Disponibilidade
    Acompanhamento médico
    Custo
    Proteção contra doenças sexualmente transmissíveis

    IMPORTANTE

    Não existe método anticoncepcional infalível
    A pílula não fornece proteção contra doenças sexualmente transmissíveis
    A mulher se conhecer, saber quando estar de TPM e tal, pode ser muito importante para melhorar a qualidade de vida, evitar brigas com quem se ama, etc.
    4 – Eficácia dos métodos

    Métodos Definitivos (100%) – Laqueadura tubária e vasectomia

    Métodos Reversíveis – pílula combinada (até 99,9%), minipílula (até 97%), DIU medicado com cobre (até 99,58%), DIU medicado com levonorgestrel (até 99,80%), injeção mensal (até 99,70%), injeção trimestral (até 99,70%), implante subcutâneo (até 99,72%).

    Métodos de Barreira – preservativo masculino/camisinha (88%) , preservativo feminino (79%) , diafragma (82%) , creme espermicida

    Fonte:http://eternaaprendiz.wordpress.com(79%).

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  • Antes, isso até podia ser verdadeiro. Agora,não mais. As primeiras versões do medicamento tinham altas taxas de hormônio,cerca de dez vezes mais elevadas do que as das cartelas atuais. Embora evitassem a gravidez, elas favoreciam os quilos extras. É que níveis de estrogênio nas alturas aumentam o apetite enquanto a progesterona induz a inchaços. Mas as dosagens hormonais nas opções disponíveis hoje em dia são menores- daí que o contraceptivo oral não pode ser culpado por pneuzinhos e afins. A retenção de líquidos ainda pode ocorrer,mas de maneira bem mais leve. Tudo depende da formulação. Além disso, é um sinal adverso, que costuma desaparecer depois dos primeiros três meses de uso.

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  • A pílula anticoncepcional, vem sendo associada a independência da mulher há tempos, e não é pra menos, além de prática a dita cuja permitiu que a mulher adquirisse maior liberdade durante todos esses anos.

    Mais de 100 milhões de mulheres no mundo inteiro, e cerca de 15% das brasileiras em idade fértil, administram a pílula diariamente.

    Mas ainda existem muitas dúvidas sobre o método, que pretendo esclarecer de maneira bem fácil, recorrendo a explicação de alguns especialistas, a começar pelos riscos de gravidez que existem durante esse processo.

    É possível engravidar usando a pílula.

    Para que o risco de uma gravidez durante a aplicação do método, seja 100% nula, é necessário uma disciplina militar.

    Hoje em dia, devido a menor quantidade de hormônios concentrados no medicamento, a eficácia da pílula pode ser diminuída se ingerida em horários irregulares.

    O ginecologista Marco Antônio Lenci, do hospital Albert Einstein, dá dicas de como incorpora – la a rotina:

    - Administre a pílula como se toma o café da manhã todos os dias, ou se escova os dentes,
    - Coloque o celular pra tocar em certo horário, e
    - Deixe a cartela em local visível.

    O que fazer se esquecer de tomar a pílula um dia ?

    Certas cartelas funcionam com uma semana de intervalo a cada mês.

    Esquecer o tempo certo para retornar a tomar a pílula, mesmo que seja um dia, aumenta mais a possibilidade de você ovular, do que se tivesse esquecido no meio do método.

    A americana Suzanne Merril – Nach explica que, se deixar passar o horário, é bom procurar tomar a pílula nas doze horas seguintes, mas caso tenha se esquecido de tomar duas pílulas, o ideal é que tome duas delas por dois dias seguidos, além de se prevenir usando a camisinha até o fim do ciclo.

    Quem usa pílula não precisa menstruar.

    Acontece que os médicos que inventaram a pílula na década de 50, acharam que o método seria de maior aceitação se as mulheres não deixassem de menstruar.

    Por esse motivo adequaram ao método o tempo de uma semana para que ocorresse o sangramento.

    Mas nos tempos de hoje, já são muitas as mulheres que optam por não sangrar, e administram a pílula sem interrupção, são as pílulas a base de progesterona.

    É bom saber que, nem sempre é possível bloquear por completo o fluxo de sangue mensal, algumas mulheres, cerca de 15% a 20% delas, continuam a sofrer pequenos sangramentos.

    A pílula pode engordar.

    Aquela leve impressão no aumento da massa corporal, após a administração do método da pílula anti concepcional, é fato.

    Algumas mulheres chegam a reter de 1 a 2 litros de líquido por conta da pílula, o que basta para que algumas roupas fiquem mais justas, e aquela barriguinha saliente apareça.

    Procure identificar se a pílula é mesmo a culpada, fale com a sua ginecologista e verifique a tireóide, no mais escolha uma dieta saudável e balanceada, com pouco sal e gordura.

    Depois de quanto tempo se está protegida com o uso da pílula?

    Houve um tempo em que os médicos acreditavam que, somente após um mês da aplicação do método a mulher não correria o risco da gravidez, mas hoje se sabe que a mulher está protegida a partir do primeiro dia do ciclo, que é quando se inicia a administração da pílula.

    Quanto maior o seu peso, menor é o efeito da pílula.

    De acordo com um estudo publicado no periódico Obstetrics and Gynecology, nos Estados Unidos, o risco de uma mulher engravidar é de 60%, caso o seu IMC seja superior a 27,3, sendo que o risco aumenta para 70% se o IMC for de 32,2.

    Esse risco existe porque os hormônios precisam circular na corrente sangüínea para fazer efeito, enquanto na mulher obesa essa circulação pode ficar comprometida.

    Mas o dr. Marco Antônio Lenci rebate este estudo, afirmando que em toda a sua vida profissional, nunca identificou a ligação entre eficácia, pílula e peso.

    Quais as vantagens da pílula além de bloquear a gravidez?

    Segundo a Sociedade Americana de Câncer, o anti concepcional oral, diminui o risco de câncer de ovário em 50%, bem como reduz pela metade o risco de câncer no endométrio.

    Alivia a TPM e bloqueia a produção de hormônios masculinos pelo ovário, função que acaba favorecendo para a menor produção de pêlos, e menos acne.

    Nem todas as mulheres podem usar a pílula.

    Embora prática e comum , existem mulheres que não podem usufruir deste método.

    O estrogênio é um hormônio que aumenta a probabilidade da formação de coágulos sangüíneos, que podem circular até o pulmão e ser fatal.

    O risco aumenta em casos de mulheres fumantes, sabe –se que o fumo está associado a formação de coágulos, que podem levar a situações como embolia pulmonar, infarto do miocárdio e derrame.Somente o médico pode receitar o medicamento ideal para cada caso.

    Portanto saiba que, pegar uma pílula emprestada da amiga é arriscado.

    Outro problema reclamado pelas mulheres, é a enxaqueca, acredita –se que, este mal possa estar relacionado ao estrogênio, mas os cientistas não chegaram a laudos conclusivos.

    Em algumas mulheres ela pode alterar a libido, causar acnes e mal estar.

    Enquanto há casos de mulheres que se tornam verdadeiros furacões na cama, outras dizem que se sentem como lavadas por um balde de água fria.

    Isso ocorre porque a pílula impede o pico de testosterona na época da ovulação, reduz a quantidade de estrogênio e ainda diminui a lubrificação vaginal.

    É aconselhável que experimente o método por três meses, algumas vezes o corpo se adapta, mas se isso não acontecer, recorra ao médico para que avaliem o caso de trocar a pílula.

    A pílula não é o único método contraceptivo, existem outros que poderão beneficia – la, protege –la e ainda fazer com que se sinta bem.

    Fonte:

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  • Os anticoncepcionais hormonais injetáveis são anticoncepcionais hormonais que contém progesterona ou associação de estrogênios, para administração parenteral (intra-muscular ou IM), com doses hormonais de longa duração.
    Consiste na administração de progesterona isolada, via parenteral (IM), com obtenção de efeito contraceptivo por períodos de 1 ou 3 meses, ou de uma associação de estrogênio e progesterona para uso parenteral (IM), mensal.

    Quais as chances de que a injeção falhe?
    A taxa de falha na injeção mensal varia de 0.1% a 0.6% ou seja, de cada mil mulheres que usam durante um ano, de uma a seis engravidam. A taxa de falha da injeção trimestral é de 0,3% ou seja, de cada mil mulheres que usam durante um ano, apenas três engravidam.
    A injeção pode fazer mal para a saúde?
    Alterações do ciclo menstrual: pequeno sangramento nos intervalos entre as menstruações, sangramento prolongado, e amenorréia (ausência de menstruação),ganho de peso,dor de cabeça leve,vertigens.

    Fonte:http://www.afh.bio.br

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  • A população de um país, região ou cidade, só pode mudar de três maneiras: através dos nascimentos, mortes ou da migração. Entretanto, a população mundial só pode mudar de duas maneiras: por nascimentos ou por mortes.

    Durante o século XX percebeu-se uma diminuição da mortalidade, uma vez que, nos países desenvolvidos e em progresso obteram melhorias das condições de vida e da saúde pública.

    Nesse cenário demográfico em desenvolvimento, era inevitável que famílias e casais tomassem decisões conscientes sobre o matrimônio e sobre o uso de métodos de controle de fertilidade.

    A mulher começou a conquistar um lugar significativo na sociedade, através da educação e do mercado de trabalho. O valor dos filhos também se modificou, uma vez que se tornou mais caro investir na educação, na qualidade de vida e na saúde dos filhos. Estes fatores contribuíram ainda mais para o planejamento familiar.

    O surgimento da pílula anticoncepcional nos anos 60 é, sem sombra de dúvida, um fato significativo e importante até os dias de hoje. A pílula é um dos métodos mais usados no controle da fertilização, uma vez que sua eficácia varia de 98% a 99,7%, facilitando o planejamento familiar, que é adotado por grande parte da população de países desenvolvidos e em desenvolvimento.

    Após o surgimento da primeira pílula, outros tipos de contraceptivos surgiram e se desenvolveram: os métodos orais, são as pílulas anticoncepcionais em si; os métodos injetáveis, são usados principalmente em mães que estejam amamentando; os métodos de liberação lenta são os implantes; o método pós-coital, mais conhecido como pílula do dia seguinte e o alguns métodos de contracepção intra-uterina, como o nuva ring. Todos esses métodos são eficazes e confiáveis, mas outro que também merece destaque é o preservativo, mais conhecido como camisinha, que é a melhor solução para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

    Fonte:sites.google.com/site/avancosdamedicina/metodoscontraceptivos

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  • 1. Os novos anticoncepcionais orais podem apresentar risco mais elevado para doença tromboembólica?
    Aparentemente sim. O risco para doença cardiovascular relacionado com os anticoncepcionais orais com baixa dose de estrogênio é muito pequeno, e tanto as apresentações antigas como as mais recentes são muito seguras. Recentemente foram introduzidos no mercado alguns anticoncepcionais chamados progestágenos de “terceira geração”, que contêm desogestrel ou gestodeno. Esses novos progestágenos foram desenvolvidos, em parte, porque ofereciam a possibilidade de diminuir ainda mais o risco cardiovascular. Todavia, dados epidemiológicos indicam que o risco para doença tromboembólica é aproximadamente duas vezes maior com esses novos progestágenos, mas essa diferença, embora aparentemente real, é muito pequena. Por outro lado, a doença cardiovascular relacionada com a pílula é incomum, e não parece aumentar com os progestágenos de terceira geração.

    2. Os anticoncepcionais orais combinados causam câncer?
    Não há nenhuma prova de que os anticoncepcionais orais causem os tipos mais comuns de câncer. Na verdade, os anticoncepcionais orais ajudam a prevenir dois tipos de câncer: o câncer de ovário e o câncer de endométrio. Alguns estudos concluiram que o câncer de mama e de colo uterino são mais comuns em algumas mulheres que usaram anticoncepcionais orais; outros estudos não concordam com isso. Pesquisas adicionais sobre este assunto estão sendo realizadas no momento.

    3. A mulher deve fazer uma pausa no uso de anticoncepcionais orais depois de um certo tempo?
    Não. Não há evidências de que a pausa tenha efeito benéfico. Esta prática pode levar a uma gravidez não desejada.

    4. A pílula causa malformação nos bebês? O feto pode ser prejudicado se uma mulher grávida toma a pílula?
    Há estudos que mostram que os bebês concebidos depois da mulher ter parado de usar anticoncepcionais orais não apresentaram deformidades por causa da pílula. Além disso, se uma mulher toma algumas pílulas acidentalmente enquanto está grávida, elas não causarão malformações nem abortos.

    5. A pílula pode tornar a mulher estéril?
    Não. As mulheres que engravidaram antes de tomar a pílula poderão ficar grávidas de novo quando pararem de tomá-la. Em algumas mulheres, a menstruação pode levar alguns meses para retornar normalmente.

    6. A mulher pode tomar a pílula durante toda a sua vida reprodutiva?
    Sim. Não há idade mínima ou máxima. Os anticoncepcionais orais podem ser um método apropriado para a maioria das mulheres, de todas as idades até a menopausa. Todavia, as fumantes com 35 anos ou mais não devem usar anticoncepcionais orais combinados enquanto não pararem de fumar.

    7. A mulher pode tomar a pílula mesmo que não tenha tido filhos?
    Sim. Tanto as mulheres com filhos como as que nunca os tiveram podem tomar a pílula com segurança.

    8. A mulher deve submeter-se a uma consulta ginecológica antes de começar ou continuar usando a pílula?
    A consulta ginecológica é fundamental para se indicar o uso ou não da pílula

    9. A pílula faz com que a mulher se sinta fraca?
    Não. A pílula não causa fraqueza. De fato, ela ajuda algumas mulheres a se sentirem mais fortes porque previne anemia. A mulher que usa a pílula perde menos sangue menstrual do que as outras mulheres. É assim que a pílula previne anemia. A mulher pode sentir-se diferente ao tomar a pílula e queixar-se disso como fraqueza, ou ela pode ter outros problemas que a fazem sentir-se fraca. Ela deve continuar tomando a pílula e procurar um serviço de saúde para saber a razão da fraqueza.

    10. Se a mulher usa a pílula por muito tempo, ela terá proteção contra gravidez quando parar de tomá-la?
    Não. Uma mulher está protegida contra a gravidez somente enquanto está usando as pílulas corretamente.

    11. Uma mulher que fuma pode usar a pílula?
    Mulheres com menos de 35 anos que fumam podem tomar pílula. As mulheres com 35 anos de idade ou mais devem optar por outro método. Mulheres com 35 anos ou mais que não podem parar de fumar poderiam tomar pílulas apenas de progestágeno. Todas as fumantes devem ser aconselhadas a parar de fumar.

    12. O que devo fazer se esquecer de tomar 1 pílula?
    Caso você se recorde nas primeiras 12 horas do esquecimento, tome a pílula esquecida e siga normalmente a seqüência da cartela. Caso tenha ultrapassado 12 horas, despreze a pílula esquecida tome a do dia, e utilize preservativo em suas relações, até o término da cartela, pois você provavelmente não está protegida.

    13. O que devo fazer se esquecer de tomar mais de 1 pílula ?
    Despreze as pílulas esquecidas e siga normalmente a seqüência da cartela. e utilize preservativo em suas relações, até o término da cartela, pois você provavelmente não está protegida.

    14. Estou nos primeiros 3 meses de uso da pílula e estou tendo um sangramento vaginal discreto, o que devo fazer?
    Não se preocupe, pois provavelmente você está tendo uma manifestação clínica chamada escape, que surge nos primeiros 3 meses de uso, e deve ser entendido como uma adaptação de seu corpo aos hormônios da pílula. Caso persista, contate seu médico.

    15. Tenho menstruado pouco e por poucos dias desde que iniciei o uso de pílulas, isto é normal ?
    A pílula anticoncepcional pode levar tanto a diminuição do fluxo menstrual como dos dias, não sendo isto nenhum problema médico.

    16. As pílulas são todas iguais?
    Não, no mercado brasileiro existem vários tipos de pílulas, e a diferença está no tipo de hormônio e na sua concentração, portanto, a pílula que serve para uma mulher pode não ser servir para outra, o que significativa dizer que cabe ao médico a escolha da melhor pílula.

    Fonte: medicinabiologica.com.br

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  • A Pílula é o método de contracepção mais comum no mundo, sendo utilizada atualmente por mais de 90 milhões de mulheres. Ela atua evitando a liberação do óvulo pelos ovários, um evento que normalmente ocorre por volta do 14º dia do ciclo menstrual e que pode resultar em graves crises de ansiedade em namorados adolescentes. Com a pílula não ocorre ovulação. E sem ovulação, nada de gravidez.
    Apesar das extensas pesquisas realizadas desde a década de 1960, alguns mitos sobre a popular Pílula ainda persistem. Para facilitar, selecionei os mais comuns. Quantos você é capaz de responder corretamente?
    PÍLULA ENGORDA?
    Não engorda. Ainda que o ganho de peso esteja entre as queixas mais comuns das mulheres que tomam a pílula, mais de 70% das usuárias não sofrem qualquer alteração neste sentido durante todo o tempo de uso do anticoncepcional.
    PÍLULA CAUSA ESPINHAS?
    Não necessariamente. Os androgênios têm sido implicados na etiologia da acne vulgar, possivelmente por intensificar a hiperceratose folicular1. A pílula reduz os níveis sangüíneos de androgênios, diminuindo a gravidade da acne. Contudo, provando mais uma vez que não existem verdades absolutas na medicina, existem alguns relatos de mulheres onde a acne ocorreu como um efeito colateral da pílula.
    MULHERES QUE TOMAM PÍLULA DEMORAM MAIS PARA ENGRAVIDAR QUANDO PARAM?
    Verdade. O retorno à fertilidade em mulheres que interromperam recentemente o uso da pílula leva mais tempo quando comparado às mulheres que interromperam outros métodos contraceptivos. Felizmente, não parece haver prejuízo da fertilidade como um todo.
    ANTIBIÓTICOS PODEM CORTAR O EFEITO DO ANTICONCEPCIONAL?
    Algumas vezes sim. Sabe-se que a ampicilina, um antibiótico bastante utilizado no tratamento de infecções urinárias, faringites, amigdalites e pneumonias, pode reduzir a eficácia da pílula. Outros remédios, como os anticonvulsivantes, por exemplo, também podem interferir com a ação da pílula. Nesses casos, as mulheres devem se certificar de que o contraceptivo oral escolhido contenha pelo menos 50 microgramas de etinil-estradiol ou mestranol.
    A PÍLULA CAUSA VARIZES?
    Parece que sim, mas as pesquisas ainda não produziram conclusivos até o momento.
    A PÍLULA PODE ALTERAR O HUMOR?
    Sim, pode, inclusive com náuseas, dor de cabeça, dor nos seios e depressão. Estes sintomas, mais comuns nos primeiros meses de uso da Pílula, freqüentemente desaparecem após alguns ciclos.
    A PÍLULA ALIVIA AS CÓLICAS MENSTRUAIS?
    Nem sempre. A menstruação dolorosa (chamada de dismenorréia pelos médicos) é menos freqüente nas mulheres que não ovulam, tornando a pílula um recurso útil em 70-80% dos casos de dismenorréia. Quando a pílula é suspensa, as mulheres podem voltar a sentir as mesmas cólicas de antes.
    Todavia, algumas formulações da pílula podem resultar em menstruações muito volumosas e intensas. Além disso, sangramentos irregulares e menstruações dolorosas podem ocorrer em até 1/3 das mulheres após o início do uso da pílula.
    A PÍLULA AUMENTA O RISCO DE CÂNCER?
    Mulheres jovens que tomam pílula possuem um risco maior para tumores benignos do útero (chamados Miomas) durante a pré-menopausa, mas a pílula não parece influenciar o risco de tumores malignos no útero ou na mama.

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  • Estou tomando o anticoncepcional Diminut faz 2anos. Fui ao médico, pois estou com infecção na bexiga e o médico me receitou o remédio OCINOFLOX, NORFLOXACINO e eu gostaria de saber se o remédio corta o efeito o anticoncepcional diminut? Eu posso ficar grávida ou não tem problema?

    O Norfloxacino é um antibiótico classificado como quinolonas. Apesar de não estar descrito na literatura, algumas evidências clínicas sugerem que as quinolonas (incluindo o Norfloxacino) podem reduzir o efeito dos anticoncepcionais orais como o Diminut. Na dúvida, use camisinha durante o tratamento com o antibiótico e por mais 7 dias após o tratamento.

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  • Antes de começar a tomar uma nova cartela do anticoncepcional Yaz, ele fica armazenado na cozinha dentro do armário e dentro da sacola plástica por 1 ou mais de 1 mês. Afetou eficácia ou perdeu valor por antes ter ficado na cozinha?

    Se o anticoncepcional não pegou umidade nem calor excessivo (ele continua com o mesmo aspecto), não tem problema e não perde a eficácia. O que não pode fazer é deixar armazenado, por exemplo, em cima do microondas ou exposto no sol.

    Dúvida de uma usuária do anticoncepcional Yaz

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