• Os indivíduos submetidos a esse tipo de cirurgia devem praticar atividades físocas regularmente. Trata-se de de uma forma de melhorar a capacidade funcional e controlar os fatores de risco por trás da doença, como diabete, hipertensão, colesterol alto e obesidade. Nesses casos geralmente são indicados exercícios predominantemente aeróbicos, como caminhada, ciclismo, dança de salão, hidroginástica e natação.

    Dúvida de uma internauta

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  • ALINNE MORAES, atriz

    - Na bolsa: protetor solar, gloss natural, pinça, escova de dentes e perfume.

    - Truques: tirar a maquiagem antes de dormir é sagrado! “Quando acordo, passo logo o protetor solar, além de beber muita água ao longo do dia”, conta.

    - Estética: “Cuido e hidrato muito bem a minha pele com Pure Zone. Todos os dias, lavo,
    hidrato e tonifico, deixando a pele totalmente limpa”, revela Alinne.

    - Cabelos: lavagem e hidratação com a linha Volume Control de L’Oreal Paris. Alinne vai ao salão de beleza Cristal, no Rio, de 20 em 20 dias, para uma hidratação ainda mais intensa e usa Fluido Protetor Solar da L’Oreal quando fica muito exposta ao sol. Além disso, a atriz dorme sempre com os cabelos secos.

    - Dica infalível de beleza: “O segredo é se olhar no espelho e se ver de verdade, se aceitar e valorizar seus pontos fortes. E ser feliz! A felicidade deixa qualquer um radiante, com uma luz especial”, reflete Alinne. A alimentação da atriz segue um cardápio muito rico e saudável. “Adoro feijão, arroz, carne e salada. Me controlo nas frituras, refrigerantes e doces”, afirma. Mas do corpo e da alma Alinne cuida mesmo com muita aula de dança!

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  • 1. Qual o primeiro sinal de que uma relação pode estar em risco?

    Existem alguns sinais que indiciam que uma relação pode estar vulnerável. De um modo geral, estes sinais estão relacionados com a forma como o casal comunica, no entanto, nem sempre é fácil percebê-los. É por isso que quando as dificuldades se enraízam podem dar lugar a sinais mais “evidentes” como o aparecimento de uma terceira pessoa (infidelidade) ou a quebra da sexualidade.

    (Quase) todos os casais sabem que o conflito faz parte do casamento. Não são certamente as discussões que fazem com que um casal se divorcie. Em qualquer relação amorosa há períodos de maior tensão, em que as discussões são mais frequentes e os membros do casal se sentem mais afastados. Essas pequenas crises são também oportunidades de mudança e reajustamento. Os casais que aprendem a ceder e a gerir os conflitos tornam-se pessoas emocionalmente mais inteligentes e felizes.

    A partir do momento em que as discussões parecem tomar conta do dia-a-dia do casal, sobrepondo-se largamente às conversas positivas, deveria soar o alarme. Não me refiro propriamente a discussões que girem à volta de temas estruturantes, mas antes a discussões que surgem “por tudo e por nada”. A partir do momento em que qualquer gesto ou comportamento é capaz de gerar uma reacção explosiva em pelo menos um dos cônjuges, é sinal de que o casal está a viver uma crise séria. Esta espécie de “arranque” ríspido (em que o início das discussões é intenso e brusco) é, aliás, um sinal evidente da seriedade das dificuldades.

    Outro sinal de perigo diz respeito às críticas. Qualquer pessoa terá várias queixas a fazer em relação ao seu cônjuge. Como não há pessoas perfeitas, é legítimo que tenhamos que nos adaptar aos defeitos da pessoa que escolhemos para estar ao nosso lado. Mas isso não quer dizer que não possamos queixar-nos do comportamento do nosso cônjuge. Mesmo os casais felizes criticam-se mutuamente (o que é diferente de fazer uma queixa centrada num comportamento específico). Nos casais em crise a crítica é frequente e acaba por transformar-se num rol de ataques pessoais que minam a relação. Os membros do casal deixam de expressar as suas necessidades e passam a atacar-se constantemente. Por exemplo, é frequente ouvi-los iniciar as suas frases com “TU…” em vez de “EU…”.

    Esta escalada leva invariavelmente ao aparecimento de outro sinal de perigo: o desprezo. De facto, à medida que as dificuldades de comunicação se agudizam, os membros do casal deixam de se preocupar com o respeito mútuo e enveredam por um caminho muito perigoso, marcado por expressões sarcásticas que são muitas vezes descritas como piadas inofensivas. Mas existe uma diferença muito grande entre o humor (com que ambos se riem) e o sarcasmo (que é normalmente usado para atingir o cônjuge).

    A postura defensiva constitui outro importante sinal de que a relação atravessa dificuldades sérias e é caracterizada por uma espécie de braço-de-ferro em que nenhum dos membros do casal parece ceder ou ser capaz de reconhecer que errou. Os pedidos de desculpa tornam-se cada vez mais raros e as tentativas de reconciliação terminam invariavelmente em amuos ou mais discussões. Escusado será dizer que quando a escalada atinge este nível o ambiente familiar torna-se insuportável.

    Não raras vezes um dos membros do casal acaba por fechar-se sobre si próprio e o isolamento acaba por ser a resposta mais frequente a qualquer crítica ou tentativa de iniciar uma discussão. Este sinal de perigo é mais comum nos casais que já estão juntos há muito tempo e constitui um comportamento tipicamente masculino – quanto mais a mulher “barafusta”, mais o marido “enterra” a cara no jornal, por exemplo.

    2. Esses sinais podem aparecer a qualquer momento, ou são mais frequentes em relações mais longas?

    Os sinais de perigo descritos antes podem aparecer em qualquer fase do ciclo de vida. No entanto, o avanço da escalada até ao aparecimento da postura defensiva e do isolamento são mais comuns nas relações mais longas. Além disso, é possível identificar outros padrões: por exemplo, quando um casal jovem enfrenta uma crise conjugal séria, a palavra divórcio vem muitas vezes à tona. Quanto maior for a intensidade dos problemas, maior a frequência das ameaças, o que acaba, invariavelmente, por desgastar a relação. Nos casamentos mais antigos a crise conjugal acaba por repercutir-se de forma visível nas manifestações físicas de amor romântico. Quanto maior for o afastamento entre os membros do casal, menor será a frequência dos mimos. Nalguns casos, o comportamento “público” dos casais não indicia sequer que se trata de uma relação amorosa – não trocam carinhos, não dão as mãos, etc.

    3. Existe alguma “receita” para ter um casamento feliz e “para toda a vida”? Se sim, qual?

    Apesar de não existir propriamente uma receita, a verdade é que existem alguns pilares que são comuns à generalidade dos casais que estão juntos há muito tempo e que se sentem felizes com a sua relação conjugal. Estas pessoas não têm mais qualidades nem menos defeitos do que as outras. Aquilo que diferencia as suas relações tem um nome pouco romântico: amizade. É verdade! Os casais felizes e satisfeitos investem activa e sistematicamente na consolidação da sua amizade. Como? Investindo no conhecimento mútuo, por exemplo. Conhecer, compreender e aceitar o nosso cônjuge é um desafio para a vida toda, que implica olhar para o passado, identificar vulnerabilidades e geri-las com inteligência emocional, mas também implica estar atento ao presente através de actualizações sistemáticas. Não basta conhecer o percurso do cônjuge, é preciso saber aquilo de que ele(a) gosta hoje, conhecer as suas preocupações, os seus sonhos. Ora, esse conhecimento depende do diálogo franco, aberto e regular. Os casais mais felizes conversam todos os dias sobre o “mundo” de cada um. Isso não significa que se massacrem diariamente ou que façam um do outro o respectivo “saco de pancada”. Significa, isso sim, que têm a paciência para se ouvirem mutuamente e que se esforçam para funcionar como uma verdadeira união.

    Por outro lado, estes casais admiram-se mutuamente e expressam de forma clara essa admiração. Em vez de se deixarem contagiar pelos pensamentos mais negativos do cônjuge, fazem questão de salientar aquilo que cada um tem de melhor. Isso implica estar presente nos piores momentos, dar apoio emocional antes de criticar, funcionar como uma equipa, elogiar de forma sincera e regular.

    Ceder é, para estes casais, a palavra de ordem. Sejamos francos: nem todas as pessoas “foram feitas” para estar casadas. Nem todas as pessoas têm estofo ou paciência para se deixarem influenciar pelo seu cônjuge. Ora, esta é uma competência fundamental para quem queira estar casado. E os casais mais antigos sabem-no bem. Abdicam muitas vezes daquilo em que acreditam em nome de um bem comum. O braço-de-ferro dá lugar à negociação e à noção de que, para que o casamento seja bem-sucedido não se pode “ganhar” sempre. Isso implica que haja um projecto comum. A relação não anda à deriva, nem os membros do casal procuram viver um dia de cada vez. Existem sonhos que são partilhados e alimentados. Existe a perspectiva de futuro, daquilo que se quer construir.

    4. Podemos afirmar que existem casamentos “perfeitos”? Se sim, o que é que podemos entender por “casamentos perfeitos”?

    Não existem casamentos perfeitos, do mesmo modo que não existem pessoas perfeitas. Todas as relações têm falhas e problemas. Além disso, mesmo nas relações em que os dois membros do casal se sentem satisfeitos há períodos de maior harmonia e períodos de maior afastamento, como referi antes. O ciclo de vida de um casal é repleto de obstáculos e de acidentes de percurso que colocam a relação à prova. A força destas crises debate-se com a força da relação. Se os pilares estiverem consolidados, é provável que o casal saia fortalecido de cada dificuldade. Mas se o casal não tiver investido nas bases que descrevi antes, qualquer problemazinho pode levá-los à ruptura.

    5. O amor, mesmo que muito forte, é suficiente para que um casamento possa durar “para sempre”, ou há outros factores que não podem ser descurados?

    Poderia dizer que quem ama de forma inteligente tem maiores probabilidades de ser bem-sucedido no casamento. No fundo, amar alguém é muito mais do que sentirmo-nos apaixonados. Há muitos casais que admitem que se amam, apesar de não serem capazes de construir uma relação. Há até quem se divorcie apesar de ainda amar. Então, como escrevi há uns anos, “É preciso reconhecer que se ama e que se quer continuar a amar”.

    6. Que repercussões é que esta época de crise que vivemos actualmente pode ter nas relações a dois?

    Os factores externos podem ser amplamente desestabilizadores para uma relação conjugal. As dificuldades financeiras e o desemprego não entram no “pacote” dos sonhos de nenhum casal e dão quase sempre origem a desentendimentos e tensão. Esses são obstáculos que podem funcionar como verdadeiros testes à força de um casamento. De um modo geral, quando os membros do casal se voltam “para dentro” da sua relação e quando decidem enfrentar as dificuldades juntos (usando as competências que referi atrás), a relação acaba por sair fortalecida.

    7. Em que medida é que a terapia familiar e conjugal pode ser importante para prevenir os períodos de crise e ajudar a ultrapassá-los?

    A Terapia Familiar e Conjugal permite que os casais possam pedir ajuda externa a partir do momento em que alguns sinais de alarme surgem e/ou a partir do momento em que deixam de se sentir capazes de gerir as suas dificuldades sozinhos. Não fará sentido que alguém corra para um consultório de Psicologia depois de uma discussão conjugal, nem sequer porque está a atravessar um período complicado mas perfeitamente contextualizado. Por exemplo, se os membros do casal começarem a discutir frequentemente depois de um deles ter perdido o emprego, não há, à partida, motivos para pedir ajuda especializada. É preciso tempo para que as famílias se reajustem às mudanças e até é saudável que do conflito possam surgir novas competências. Quando as discussões ou o mal-estar se prolongam por semanas ou meses e/ou não há motivos identificados para o afastamento, vale a pena parar para equacionar a hipótese de recorrer à Terapia.

    Fonte: http://www.apsicologa.com

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  • Cozinha, definitivamente, não está entre os atributos de Fernanda Souza, mas ela garante que não faz vergonha quando recebe os amigos em casa. “O prato principal compro fora, mas a sobremesa fica por minha conta. Faço um brigadeiro de panela com cobertura de castanha dos deuses. E ainda capricho na hora de servir. Comprei uns potinhos com uma colherinha, próprios pra esse tipo de doce. Arraso na produção”.

    Fonte: quemacontece

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  • A ordem é dormir na escuridão total. Antes de ir para a cama, certifique-se de ter desligado inclusive aquelas discretas lâmpadas de aparelho de TV e do carregador de celular. P=Dormir no claro dá sintomas de depressão, bem como alterações no funcionamento de uma área do cérebro chamada hipocampo, envolvida no mecanismo da doença.

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  • Que quantidade de água se deve beber?

    A quantidade de água que se deve beber depende da constituição física, do nível de atividade e da umidade do ar. O corpo humano perde uma quantidade significativa de água através da respiração, transpiração e urina. Por tudo isto, os especialistas têm recomendado que se beba pelo menos 2 litros de água por dia.

    Beber bastante água faz com que todo o organismo fique mais equilibrado e resistente.
    Importante: é necessário ter especial atenção em situações de doença, esforço físico prolongado e outras que possam requerer uma maior ingestão de água.

    Com que frequência se deve beber água?

    Se você se considera uma pessoa saudável e não passa por qualquer situação de desidratação, pode usar sua sede como indicação de quando deve beber água, embora se acredite que quando você está com sede significa que já está em processo de desidratação. Assim sendo, seja consciente, durante o dia faça pequenas pausas para garantir sua ingestão de líquidos.

    A quantidade de água perdida pelo organismo deve ser reposta gradualmente ao longo do dia, assim os 2 litros de água recomendados, devem ser ingeridos em porções e intervalos regulares.

    Geralmente temos recomendado 1 a 2 copos ao levantar-se, e o restante distribuídos nos intervalos das refeições, até 30 minutos antes de cada refeição e 1 a 2 horas após, para que não haja prejuízo em termos de perdas de nutrientes ou má digestão.

    Em situações particulares em que haja perdas maiores de água, deve aumentar-se a quantidade de água ingerida.
    Existe contudo, uma maneira fácil de reconhecer se a quantidade de água ingerida é suficiente. Quando a urina é eliminada em grandes quantidades e tem uma cor clara, a quantidade de água é suficiente.

    Se, pelo contrário, a urina é eliminada em pequenas quantidades e tem uma cor escura, é necessário aumentar o consumo de água.

    Outros líquidos podem ser considerados para que haja boa hidratação?

    Na realidade, nem todo líquido ingerido durante o dia precisa ser a água, já que ela faz parte de 90 por cento da constituição do leite, sucos e outras bebidas. Lembre-se de não incluir nesta conta refrigerantes com cafeína e bebidas alcoólicas já que eles atuam como diuréticos aumentando a urina e a perda de líquidos.

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  • VERDADE

    Justificativa: ter uma boa hidratação permite que o organismo fique mais saudável e, assim, tudo ficará melhor, inclusive a parte estética que inclui pele e cabelo.

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  • A atriz e ex modelo Mayana Mourea resolveu enterrar de vez a sua personagem Melina ( Passione) e mudou radicalmente os cabelos que tanto marcaram ao longo de 2010. A atriz deu adeus a franjinha e abandonou os cabelos curtinhos e fez um alongamento em suas madeixas. A atriz apareceu com o novo visual durante um evento em São Paulo.
    No entanto a mudança radical tem um porque , toda a transformação faz parte de um novo projeto no cinema – Mayana fará o próximo longa de Mauro Lima.

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  • Verão 26.01.2011 2 Comentários

    Algumas dicas de como se proteger do sol são usar óculos escuros, chapéus, roupas leves, protetor solar e labial. Todos necessitam de se proteger do sol, não importa a idade nem a cor da pele. O cuidado deve ser ainda maior para pessoas com peles muito brancas e olhos claros, bebês, crianças e pessoas com sardas.

    Quando a pele é exposta a sol, ela fica também exposta as radiações ultravioletas que são perigosas para o organismo. Alguns danos demoram alguns anos para aparecer como manchas, o aumento do número de sardas e o mais grave, o câncer de pele.

    Para evitar esses problemas tão indesejados o melhor é saber como se proteger dos efeitos nocivos do sol. Obedecendo as indicações do ministério da saúde que indica a necessidade de usar o protetor solar diariamente mesmo à sombra e não pegar sol das 11 horas da manhã até as 4 horas da tarde.

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  • Juliana Silveira e o namorado estiveram neste sábado, 22, em uma lanchonete da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Atriz está grávida de três meses.

    Fonte: ego

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