A população de um país, região ou cidade, só pode mudar de três maneiras: através dos nascimentos, mortes ou da migração. Entretanto, a população mundial só pode mudar de duas maneiras: por nascimentos ou por mortes.
Durante o século XX percebeu-se uma diminuição da mortalidade, uma vez que, nos países desenvolvidos e em progresso obteram melhorias das condições de vida e da saúde pública.
Nesse cenário demográfico em desenvolvimento, era inevitável que famílias e casais tomassem decisões conscientes sobre o matrimônio e sobre o uso de métodos de controle de fertilidade.
A mulher começou a conquistar um lugar significativo na sociedade, através da educação e do mercado de trabalho. O valor dos filhos também se modificou, uma vez que se tornou mais caro investir na educação, na qualidade de vida e na saúde dos filhos. Estes fatores contribuíram ainda mais para o planejamento familiar.
O surgimento da pílula anticoncepcional nos anos 60 é, sem sombra de dúvida, um fato significativo e importante até os dias de hoje. A pílula é um dos métodos mais usados no controle da fertilização, uma vez que sua eficácia varia de 98% a 99,7%, facilitando o planejamento familiar, que é adotado por grande parte da população de países desenvolvidos e em desenvolvimento.
Após o surgimento da primeira pílula, outros tipos de contraceptivos surgiram e se desenvolveram: os métodos orais, são as pílulas anticoncepcionais em si; os métodos injetáveis, são usados principalmente em mães que estejam amamentando; os métodos de liberação lenta são os implantes; o método pós-coital, mais conhecido como pílula do dia seguinte e o alguns métodos de contracepção intra-uterina, como o nuva ring. Todos esses métodos são eficazes e confiáveis, mas outro que também merece destaque é o preservativo, mais conhecido como camisinha, que é a melhor solução para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.
Fonte:sites.google.com/site/avancosdamedicina/metodoscontraceptivos



















